Este princípio é uma extensão natural do anterior. [ler 3º Pressuposto PNL - O mapa não é o território, de 9 de abril] Depois de reconhecer a existência e validade de vários mapas, podemos retirar benefícios extraordinários do respeito e consideração pelos outros mapas, pois eles terão o mesmo valor intrínseco do nosso: são representações do território, criadas com base num conjunto de experiências subjetivas e heranças genéticas díspares. Se o mapa do outro é tão apropriado como o nosso, mesmo que diferente, então podemos respeitá-lo e aprender com ele, pois há partida terá mais algumas representações que geram melhores resultados que as nossas. O respeito pelo mapa-mundo está expresso na alteração do «que desadequado» para o «que interessante, o que posso aprender com isto!».
(Pedro Vieira, in O mágico que não acreditava em magia, pág. 144)
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