Parece óbvio que cada pessoa tem um conjunto próprio de comportamentos. Estes comportamentos, quaisquer que sejam, podem ser mais ou menos padronizados, mais ou menos estáveis. De qualquer das formas, parece ser de fácil aceitação que esses comportamentos podem ser alterados ao longo do tempo. Na mesma situação, pessoas diferentes podem ter comportamentos diferentes. No mesmo contexto, a mesma pessoa pode ter comportamentos diferentes em diferentes momentos! Assim, parece mais adequado dizer que cada pessoa corresponde a um conjunto de comportamentos potenciais do que dizer que a pessoa é um comportamento («Esta pessoa é complicada» ou «Esta pessoa é simpática»). Quando aceitamos este princípio operacional, podemos concentrarmo-nos em exercer influência por forma a auxiliar a mudança de comportamento, ao invés de identificar a pessoa com o comportamento, o que seria uma barreira à mudança («Ela é assim!»).
(Pedro Vieira, in O mágico que não acreditava em magia, pág. 148)
quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
Filhos
"Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Vêm através de vós, mas não de vós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos. Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas... pois suas almas moram na mansão do amanhã, que vós não podeis visitar, nem em sonho. Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós, porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados. Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas. O arqueiro mira o arco na senda do infinito e o estica com toda a sua força para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe. Que o encurvamento na mão do arqueiro seja a alegria... pois assim como ele ama a flecha que voa, ama também o arco que permanece estável."
(Gibran Kalil Gibran)
segunda-feira, 28 de abril de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Sê
“Se não puderes ser um
pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de
relva
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou
fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.”
Pablo Neruda
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Não sei se a vida é curta ou longa para nós...
... mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
(Cora Coralina)
quarta-feira, 23 de abril de 2014
5º Pressuposto PNL - A parte mais flexível do sistema tende a dominar o sistema
A flexibilidade comportamental parece ser a forma mais fácil de prever o sucesso que cada indivíduo poderá obter no futuro. Quando há alteração de contexto, quem é mais flexível tem mais sucesso na produção de resultados. Como se desenvolve a flexibilidade? Fazendo coisas diferentes! É fácil? À partida...não! Existe uma base neurológica para esta afirmação, a procura de rotinas cerebrais torna-nos eficientes e, simultaneamente, mais fechados à mudança. Para poder dominar o sistema, estimule a flexibilidade, no final o processo poderá ser bem divertido!
(Pedro Vieira, in O mágico que não acreditava em magia, pág. 146)
(Pedro Vieira, in O mágico que não acreditava em magia, pág. 146)
terça-feira, 22 de abril de 2014
Cuide bem de si
"Então, cuide bem de si. Do que sente, do que faz, do que vê e agrega. Cuide dos seus, avalie a sua importância. Tome conta de si, reajuste-se, pergunte-se. Inclua o necessário, desligue o menos importante. Abra mão quando for preciso. Aumente a beleza do verbo permanecer. Descuidos são nocivos. Ligeirezas arranham."
(Priscila Rôde)
segunda-feira, 21 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
O Meu Abrigo
“Olha pra mim/ Deixa voar os sonhos/ Deixa acalmar a tormenta/ Senta-te
um pouco aí
Olha pra mim/ Fica no meu abrigo/ Dorme no meu abraço/ E conta comigo/ Que
eu estarei aqui/ enquanto anoitece,/ enquanto escurece/ e os brilhos do mundo/ cintilam
em nós/ enquanto tu sentes/ que se quebrou tudo/ eu estarei sempre que te
sentires só
Olha pra mim/ Hoje não há batalhas/ Hoje não há tristeza/ deixa sair o
sol
Olha pra mim/ fica no meu abrigo/ perde-te nos teus sonhos/ e conta
comigo/ enquanto anoitece,/ enquanto escurece/e os brilhos do mundo/ cintilam
em nós/ enquanto tu sentes/ que se quebrou tudo/ eu estarei sempre que te
sentires só”
Mafalda Veiga, O Meu Abrigo
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Mesmo quando tudo parece desabar...
... cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.
(Cora Coralina)
quarta-feira, 16 de abril de 2014
4º Pressuposto PNL - Respeita o mapa do mundo do outro
Este princípio é uma extensão natural do anterior. [ler 3º Pressuposto PNL - O mapa não é o território, de 9 de abril] Depois de reconhecer a existência e validade de vários mapas, podemos retirar benefícios extraordinários do respeito e consideração pelos outros mapas, pois eles terão o mesmo valor intrínseco do nosso: são representações do território, criadas com base num conjunto de experiências subjetivas e heranças genéticas díspares. Se o mapa do outro é tão apropriado como o nosso, mesmo que diferente, então podemos respeitá-lo e aprender com ele, pois há partida terá mais algumas representações que geram melhores resultados que as nossas. O respeito pelo mapa-mundo está expresso na alteração do «que desadequado» para o «que interessante, o que posso aprender com isto!».
(Pedro Vieira, in O mágico que não acreditava em magia, pág. 144)
terça-feira, 15 de abril de 2014
...
"Quem não planta um jardim por dentro, não planta jardins por fora e nem passeia por eles."
(Rubem Alves)
(Rubem Alves)
segunda-feira, 14 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Sonhar
"Sonha como se vivesses para
sempre. Vive como se morresses hoje.”
James Dean
[Tradução livre de AP]
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Carta às mães mais que perfeitas
Querida Mãe:
Eu já te vi por aí.
Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.
Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.
Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.
Eu já te vi a correr com os miúdos de um lado para o outro, a sujares-te no parque e a praguejares em voz alta depois de bateres com o joelho na esquina da cadeira.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos. Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga. Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.
Eu já te vi a ranger os dentes enquanto o teu filho gritava contigo porque não queria ir à aula de piano, à natação, ou ao treino de futebol. Eu vi-te a fechar os olhos e a respirar fundo depois de entornarem um copo de leite inteiro em cima. Vi-te a chorar desesperada enquanto tentavas tirar lápis de cera da tua melhor mala.
Eu já te vi na sala de espera do hospital. Eu vi-te no balcão da farmácia. Vi-te com o teu olhar cansado e assustado.
Eu não sei se tinhas planeado ser mãe ou não.
Se soubeste desde sempre que querias pôr crianças neste mundo, cuidar deles, ou se a maternidade te apareceu de surpresa.
Não sei se correspondeu às tuas expetativas, ou se passaste os primeiros tempos como mãe aterrorizada porque tinhas imaginado que sentirias o “amor materno” doutra forma.
Não sei se tiveste dificuldade em engravidar, se perdeste algum bebé, ou se tiveste algum parto traumático.
Nem sequer sei, se concebeste o teu filho no teu ventre, ou se o acolheste na tua família.
Mas eu conheço-te.
Eu sei que não alcançaste tudo o que querias na vida. Sei que há coisas que nunca soubeste que querias até teres filhos.
Eu sei que, às vezes, pensas que não estás a dar o teu máximo e que podias fazer melhor.
Eu sei que olhas para os teus filhos e te revês neles.
Eu sei que às vezes apetece-te atirar um candeeiro ao teu filho adolescente, e atirar o de 3 anos pela janela.
Eu sei que há noites que, depois de deitar os miúdos, estás tão exausta que só te apetece enrolares-te na cama a chorar.
Eu sei que há dias tão difíceis que só queres que acabem depressa. Depois, na hora de ir para a cama os teus filhos abraçam-te e enchem-te de beijinhos, e dizem o quanto gostam de ti, e de repente querias que o dia durasse para sempre.
Mas nada dura para sempre.
Os dias terminam, e o dia a seguir é um novo desafio. Febres, desgostos amorosos, trabalhos da escola, novos amigos, novos animais de estimação e novas dúvidas. E todos os dias, fazes o que tens de fazer.
Vais trabalhar, ou ficas em casa pões o bebé no sling e ligas o aspirador. Ou vais até ao jardim passear com ele.
Largas tudo para moderar uma discussão sobre de quem é a vez de usar aquelas canetas especiais, para dar um beijinho ao óó da tua filha, ou para conversar sobre qual é a cor do batom que a mãe do Pinóquio usava.
Eu sei que fazes guerras de cocegas em castelos de lençóis, e que sabes de cor as histórias de, pelo menos, 8 livros ilustrados. Eu sei que danças de forma ridícula quando vocês estão sozinhos. E que inventam canções parvas sobre queijo, maus cheiros, ou ervilhas.
Eu sei que uma hora depois de deitares os teus filhos, largas o que estás a fazer e vais cortar as unhas do mais novo. Sei que paras de arrumar a cozinha, porque a tua filha te convidou para a festa de chá que está a fazer com as bonecas, e faz questão que lá estejas.
Eu sei o que custou tratares dos teus filhos quando tiveste aquela virose de 4 dias. Sei que comes os restos dos pratos deles, enquanto arrumas a cozinha.
Eu sei que não contavas com muitas destas coisas. Sei que não antecipaste amar alguém tão intensamente, ou andar tão cansada, ou ser a mãe em que te vieste a tornar.
Pensavas que tinhas tudo planeado. Ou então, estavas perdida e aterrorizada. Ias contratar a Nanny perfeita. Ou ias deixar de trabalhar e aprender tudo sobre crianças.
Sei que não és a mãe perfeita. Por mais que tentes, e por mais que te esforces. Tu nunca serás a mãe perfeita.
E isso, provavelmente, vai perseguir-te. Ou se calhar fizeste as pazes com isso. Ou talvez nem nunca tenha sido um problema.
Eu sei que acreditas que independentemente do que fizeres, poderias ter feito sempre mais.
A realidade é outra.
Não interessa o pouco que fizeste, no fim do dia os teus filhos vão sempre amar-te. Vão continuar a rir para ti, e acreditar que tens poderes mágicos que podes curar quaisquer coisas.
Independentemente do que acontecer no trabalho, na escola, ou num grupo de amigos, tu fazes, sempre, tudo o que está e não está ao teu alcance para garantir que no dia a seguir os teus filhos estarão tão felizes, saudáveis e espertos quanto é possível.
Há um velho ditado iídiche que diz: “Há um filho perfeito no mundo, e todas as mães o têm.”
Feliz ou infelizmente, não há pais perfeitos. Os teus filhos vão crescer determinados a ser diferentes de ti. Vão crescer com a certeza de que não vão pôr os seus filhos nas aulas de piano, de que vão ser mais brandos, ou mais rigorosos, ou ter mais filhos, ou ter menos, ou não ter nenhum.
Um dia os teus filhos vão estar a correr como loucos na igreja, a portar-se pessimamente no restaurante a fazer caretas para o lado, e alguém vai passar e elogiar a tua família.
Uma certeza podes ter: não és perfeita!
E isso é bom. Porque na realidade, nem os teus filhos são perfeitos. E ninguém no mundo se preocupa mais com eles do que tu, ninguém sabe porque é que eles estão a chorar senão tu, ninguém percebe as piadas deles melhor do que tu.
E já que ninguém é perfeito, tens de desempatar com 2 biliões de pessoas que estão em primeiro lugar “ex aequo” para concorrer à melhor mãe do mundo.
Parabéns melhor Mãe do Mundo. Tu não és perfeita. És mais que perfeita:
És tão boa mãe como o resto do mundo.
(Lea Grover, adaptado por Up To Lisbon Kids)
Eu já te vi por aí.
Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.
Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.
Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.
Eu já te vi a correr com os miúdos de um lado para o outro, a sujares-te no parque e a praguejares em voz alta depois de bateres com o joelho na esquina da cadeira.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos. Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga. Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.
Eu já te vi a ranger os dentes enquanto o teu filho gritava contigo porque não queria ir à aula de piano, à natação, ou ao treino de futebol. Eu vi-te a fechar os olhos e a respirar fundo depois de entornarem um copo de leite inteiro em cima. Vi-te a chorar desesperada enquanto tentavas tirar lápis de cera da tua melhor mala.
Eu já te vi na sala de espera do hospital. Eu vi-te no balcão da farmácia. Vi-te com o teu olhar cansado e assustado.
Eu não sei se tinhas planeado ser mãe ou não.
Se soubeste desde sempre que querias pôr crianças neste mundo, cuidar deles, ou se a maternidade te apareceu de surpresa.
Não sei se correspondeu às tuas expetativas, ou se passaste os primeiros tempos como mãe aterrorizada porque tinhas imaginado que sentirias o “amor materno” doutra forma.
Não sei se tiveste dificuldade em engravidar, se perdeste algum bebé, ou se tiveste algum parto traumático.
Nem sequer sei, se concebeste o teu filho no teu ventre, ou se o acolheste na tua família.
Mas eu conheço-te.
Eu sei que não alcançaste tudo o que querias na vida. Sei que há coisas que nunca soubeste que querias até teres filhos.
Eu sei que, às vezes, pensas que não estás a dar o teu máximo e que podias fazer melhor.
Eu sei que olhas para os teus filhos e te revês neles.
Eu sei que às vezes apetece-te atirar um candeeiro ao teu filho adolescente, e atirar o de 3 anos pela janela.
Eu sei que há noites que, depois de deitar os miúdos, estás tão exausta que só te apetece enrolares-te na cama a chorar.
Eu sei que há dias tão difíceis que só queres que acabem depressa. Depois, na hora de ir para a cama os teus filhos abraçam-te e enchem-te de beijinhos, e dizem o quanto gostam de ti, e de repente querias que o dia durasse para sempre.
Mas nada dura para sempre.
Os dias terminam, e o dia a seguir é um novo desafio. Febres, desgostos amorosos, trabalhos da escola, novos amigos, novos animais de estimação e novas dúvidas. E todos os dias, fazes o que tens de fazer.
Vais trabalhar, ou ficas em casa pões o bebé no sling e ligas o aspirador. Ou vais até ao jardim passear com ele.
Largas tudo para moderar uma discussão sobre de quem é a vez de usar aquelas canetas especiais, para dar um beijinho ao óó da tua filha, ou para conversar sobre qual é a cor do batom que a mãe do Pinóquio usava.
Eu sei que fazes guerras de cocegas em castelos de lençóis, e que sabes de cor as histórias de, pelo menos, 8 livros ilustrados. Eu sei que danças de forma ridícula quando vocês estão sozinhos. E que inventam canções parvas sobre queijo, maus cheiros, ou ervilhas.
Eu sei que uma hora depois de deitares os teus filhos, largas o que estás a fazer e vais cortar as unhas do mais novo. Sei que paras de arrumar a cozinha, porque a tua filha te convidou para a festa de chá que está a fazer com as bonecas, e faz questão que lá estejas.
Eu sei o que custou tratares dos teus filhos quando tiveste aquela virose de 4 dias. Sei que comes os restos dos pratos deles, enquanto arrumas a cozinha.
Eu sei que não contavas com muitas destas coisas. Sei que não antecipaste amar alguém tão intensamente, ou andar tão cansada, ou ser a mãe em que te vieste a tornar.
Pensavas que tinhas tudo planeado. Ou então, estavas perdida e aterrorizada. Ias contratar a Nanny perfeita. Ou ias deixar de trabalhar e aprender tudo sobre crianças.
Sei que não és a mãe perfeita. Por mais que tentes, e por mais que te esforces. Tu nunca serás a mãe perfeita.
E isso, provavelmente, vai perseguir-te. Ou se calhar fizeste as pazes com isso. Ou talvez nem nunca tenha sido um problema.
Eu sei que acreditas que independentemente do que fizeres, poderias ter feito sempre mais.
A realidade é outra.
Não interessa o pouco que fizeste, no fim do dia os teus filhos vão sempre amar-te. Vão continuar a rir para ti, e acreditar que tens poderes mágicos que podes curar quaisquer coisas.
Independentemente do que acontecer no trabalho, na escola, ou num grupo de amigos, tu fazes, sempre, tudo o que está e não está ao teu alcance para garantir que no dia a seguir os teus filhos estarão tão felizes, saudáveis e espertos quanto é possível.
Há um velho ditado iídiche que diz: “Há um filho perfeito no mundo, e todas as mães o têm.”
Feliz ou infelizmente, não há pais perfeitos. Os teus filhos vão crescer determinados a ser diferentes de ti. Vão crescer com a certeza de que não vão pôr os seus filhos nas aulas de piano, de que vão ser mais brandos, ou mais rigorosos, ou ter mais filhos, ou ter menos, ou não ter nenhum.
Um dia os teus filhos vão estar a correr como loucos na igreja, a portar-se pessimamente no restaurante a fazer caretas para o lado, e alguém vai passar e elogiar a tua família.
Uma certeza podes ter: não és perfeita!
E isso é bom. Porque na realidade, nem os teus filhos são perfeitos. E ninguém no mundo se preocupa mais com eles do que tu, ninguém sabe porque é que eles estão a chorar senão tu, ninguém percebe as piadas deles melhor do que tu.
E já que ninguém é perfeito, tens de desempatar com 2 biliões de pessoas que estão em primeiro lugar “ex aequo” para concorrer à melhor mãe do mundo.
Parabéns melhor Mãe do Mundo. Tu não és perfeita. És mais que perfeita:
És tão boa mãe como o resto do mundo.
(Lea Grover, adaptado por Up To Lisbon Kids)
quarta-feira, 9 de abril de 2014
3º Pressuposto PNL - O mapa não é o território
Este princípio operacional teste diretamente a crença individual na existência de uma «realidade» ou «verdade» absoluta, que é observada pelos nossos sentidos. Quando utilizamos este princípio, deixamos de lado a ideia de «realidade« e optamos por nos centrar na ideia de que construímos a realidade com base na informação que o nosso sistema possui, ou seja, a nossa realidade é subjetiva e, por isso mesmo, diferente da dos outros. São ótimas notícias, pois parecem indicar que podemos mudar a realidade mudando a nossa perceção. Este princípio tem o dom de relaxar a rigidez do indivíduo e aumentar o seu leque de escolhas. Quando alguém passa, por exemplo, de «os homens são maus» para «a minha perceção é de que os homens são maus, com base nas minhas experiências passadas e crenças familiares, se tivesse por base outras experiências talvez eu pudesse ter uma crença diferente em relação a este assunto», automaticamente há uma permissão da possibilidade de que talvez o território não ser exatamente como o mapa que construímos dele!
(Pedro Vieira, in O magico que não acreditava em magia, pág. 142)
terça-feira, 8 de abril de 2014
...
"Então, eu acho que somos quem somos por várias razões. E talvez nunca conheçamos a maior parte delas, Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. Ainda podemos fazer coisas. E podemos tentar ficar bem com elas."
(Stephen Chbosky)
(Stephen Chbosky)
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
A verdade e o amor vencem sempre
“Quando eu desespero,
lembro-me de que, ao longo da história, o caminho de verdade e amor sempre
venceu.
Houve tiranos e assassinos, e, a determinada altura, eles podem parecer
invencíveis, mas no final eles sempre caem.
Pensa nisso – sempre.”
Mahatma Gandhi
[Tradução livre de AP]
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Há um filho perfeito no mundo...
...e todas as mães o têm.
(ditado iídiche)
quarta-feira, 2 de abril de 2014
2º Pressuposto PNL - O significado da comunicação é o resultado que obtemos dela
Quando comunicamos, fazemo-lo orientados por uma determinada intenção relacionada com a satisfação de necessidades individuais. Conseguimos realmente satisfazê-las? Conseguimos gerar o resultado pretendido? Que significado tem a nossa comunicação? Para o Mágico, aquilo que é comunicado interessa pouco, o resultado obtido significa tudo! E o resultado é apurado através de observação. Depois de comunicarmos (inclusive connosco) podemos observar o resultado obtido. Por exemplo, quando fazemos uma determinada pergunta ou afirmamos algo, o que acontece com a pessoa à nossa frente? o que acontece connosco? Esse resultado observável constitui o verdadeiro significado da comunicação! Ao observar este princípio, vai lentamente começar a focar-se menos no «eu disse que...» e começar a dirigir a sua atenção para «ele reagiu assim ao que eu disse...», o que lhe abrirá um caminho para ir alterando a sua comunicação até gerar o resultado pretendido!
Pedro Vieira, in O mágico que não acreditava em magia, pág. 140)
terça-feira, 1 de abril de 2014
Por vezes...
"Por vezes perdemo-nos aos pouquinhos, afastando-nos de amizades verdadeiras, de amores eternos, de abraço de mãe, de carinho de gente que nos conhece de verdade. E, quando fazemos o caminho de volta percebemos que o nosso cantinho estava guardado na vida de cada um... que os braços continuavam estendidos, o colo pronto, o riso fácil e a casa segura."
(Renata Fagundes)
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