- Culpa (altamente corrosiva) - substituir por responsabilidade;
- Perfecionismo - crítica e auto-julgamento constante; só vou gostar de mim quando for excelente; o que fiz versus o que devia ter feito;
- Medo - se eu errei no passado é sinal que vou errar no futuro; pouco recetividade a experimentar;
- Os outros - importância que damos aos outros, o que pensam, expectativas...
5 ações para gostarmos mais de nós e lidarmos com os bloqueios que identificamos em nós:
- Assume as tuas responsabilidades (e despe-te das tuas culpas);
- Torna o medo no teu melhor amigo (todos temos medos, aceitar esse medo, escutar o significado, prestar atenção ao assunto que nos faz sentir medo);
- Escolha a forma como te queres sentir (versus controlo externo);
- Move-te! (Dança, corre, caminha, faz yoga...);
- Reconhece que tens em ti o que precisas (recursos internos).
E ainda...
- As palavras que usamos têm uma carga brutal no nosso corpo e na nossa fisiologia e muitas vezes não temos consciência disso;
- Quanto mais nos sentimos culpados mais culpabilizamos os outros;
- És perfeito nas tuas imperfeições;
- Hoje eu faço aquilo que consigo fazer... o melhor que eu consegui fazer hoje;
- Não há falhas, simplesmente há experiências;
- O que ando a dizer para mim?;
- Para agradar aos outros perdemos a nossa identidade;
- Um corpo parado é um corpo sem vida.
(Notas a partir da Masterclass de Diana Gaspar de 29/10/2015 da Dharma5)
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