Que sejas escandalosamente FELIZ!! Hoje e SEMPRE! Parabéns, filho!
sábado, 30 de abril de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Sabemos muito mais...
... do que julgamos, podemos muito mais do que imaginamos.
José Saramago
José Saramago
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Aprender de Cor quem Amamos
Comportamo-nos como se as pessoas de quem gostamos fossem durar para sempre. Em vida não fazemos nunca o esforço consciente de olhar para elas como quem se prepara para lembrá-las. Quando elas desaparecem, não temos delas a memória que nos chegue. Para as lembrar, que é como quem diz, prolongá-las. A memória é o sopro com que os mortos vivem através de nós. Devemos cuidar dela como da vida.
Devemos tentar aprender de cor quem amamos. Tentar fixar. Armazená-las para o dia em que nos fizerem falta. São pobres as maneiras que temos para o fazer, é tão fraca a memória, que todo o esforço é pouco. Guardá-las é tão difícil. Eu tenho um pequeno truque. Quando estou com quem amo, quando tenho a sorte de estar à frente de quem adivinho a saudade de nunca mais a ver, faço de conta que ela morreu, mas voltou mais um único dia, para me dar uma última oportunidade de a rever, olhar de cima a baixo, fazer as perguntas que faltou fazer, reparar em tudo o que não vi; uma última oportunidade de a resguardar e de a reter. Funciona.
Miguel Esteves Cardoso, in 'As Minhas Aventuras na República
Devemos tentar aprender de cor quem amamos. Tentar fixar. Armazená-las para o dia em que nos fizerem falta. São pobres as maneiras que temos para o fazer, é tão fraca a memória, que todo o esforço é pouco. Guardá-las é tão difícil. Eu tenho um pequeno truque. Quando estou com quem amo, quando tenho a sorte de estar à frente de quem adivinho a saudade de nunca mais a ver, faço de conta que ela morreu, mas voltou mais um único dia, para me dar uma última oportunidade de a rever, olhar de cima a baixo, fazer as perguntas que faltou fazer, reparar em tudo o que não vi; uma última oportunidade de a resguardar e de a reter. Funciona.
Miguel Esteves Cardoso, in 'As Minhas Aventuras na República
quarta-feira, 27 de abril de 2016
O segredo...
...da sabedoria do poder e do conhecimento é a humildade.
Ernest Hemingway
Ernest Hemingway
terça-feira, 26 de abril de 2016
Sim, é preciso.
"É preciso tocar para sentir; é preciso cheirar para saber a que cheiram as coisas; é preciso provar para saber a que sabem as coisas; é preciso ver: par conhecer, para entender, para compreender e respeitar.
É preciso ouvir para mais tarde saber dizer [ou saber calar].
Por isso, gosto-te de mãos sujas; não tenhas medo de sentir nelas a água, a terra.
O banho resolve.
Corre e esmurra os joelhos; eu estarei lá para te segurar no meu colo.
Tenta até conseguires; eu estarei lá a dizer 'força, tu consegues!. até conseguires.
E faz navios, feitos de paus e folhas ou pedras, o que te vier às mãos... e eles será fortes para atravessarem oceanos e marés; serão feitos pelas tuas próprias mãos doces, construídos pela melhor matéria prima, essa, que o tempo, o vento, o sal, o sol não corroem: a tua imaginação."
É preciso ouvir para mais tarde saber dizer [ou saber calar].
Por isso, gosto-te de mãos sujas; não tenhas medo de sentir nelas a água, a terra.
O banho resolve.
Corre e esmurra os joelhos; eu estarei lá para te segurar no meu colo.
Tenta até conseguires; eu estarei lá a dizer 'força, tu consegues!. até conseguires.
E faz navios, feitos de paus e folhas ou pedras, o que te vier às mãos... e eles será fortes para atravessarem oceanos e marés; serão feitos pelas tuas próprias mãos doces, construídos pela melhor matéria prima, essa, que o tempo, o vento, o sal, o sol não corroem: a tua imaginação."
domingo, 24 de abril de 2016
Hoje, estou grata pela Mudança
Hoje, estou grata pela Mudança
A mudança é um dos nossos melhores professores.
Pede-nos, dia após dia, para provarmos o nosso compromisso para connosco.
Conduz-nos por caminhos escuros e permite-nos enchê-los de luz.
Mostra-nos coisas sobre nós que não conhecíamos.
E, antes que o saibamos, mostra-nos o quão poderosos e fortes somos.
(tradução livre)
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Quando percebemos o que é algo...
... já se transformou. Ou somos nós a olhar para ela de uma maneira diferente.
Diogo Ferreira e Miguel Teodoro
(retirado do texto introdutório da exposição de fotografia e desenho "Pelos caminhos do Frei")
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Como é que se Esquece Alguém que se Ama?
Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e ações de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injeção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e ações de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injeção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Resiliência
Não importa o número de vezes que cais,
mas sim o número de vezes que te levantas.
Autor desconhecido
(citado por Isabel Paiva de Sousa no Seminário Mindfulness: o potencial do treino da atenção", realizado a 27 de janeiro de 2016 na Porto Business School)
mas sim o número de vezes que te levantas.
Autor desconhecido
(citado por Isabel Paiva de Sousa no Seminário Mindfulness: o potencial do treino da atenção", realizado a 27 de janeiro de 2016 na Porto Business School)
terça-feira, 19 de abril de 2016
O amor
"O amor tem mãos pequeninas, caracóis despenteados, sorriso fácil.
O amor dá passos curtos, corre depressa.
Às vezes o amor cai e o meu coração para.
Quando ele dorme conseguimos ouvir-lhe os sonhos.
O amor é teimoso: ele senta-se no chão e cruza os braços.
O amor ganha [quase].
À s vezes estico o meu dedo e digo: amor, isso não se faz.
O amor fala alto. Canta.
Quando o amor fica doente levo-o ao médico.
O amor salta em cima da cama.
Sobe o escorrega ao contrário porque é mais difícil.
O amor gosta de chocolate.
Quando o amor se porta mal fica de castigo... mas o amor pede desculpa. Ele nunca se importa de pedir desculpa.
O amor tem medo do escuro e de monstros com dentes afiados.
Dou a mão ao amor quando passeamos pela rua.
O amor é doce. Abraça-me muitas vezes.
O amor cresce todos os dias.
O amor tem nomes.
O amor é uma menina. É um menino.
O amor és tu.
E tu também."
O amor dá passos curtos, corre depressa.
Às vezes o amor cai e o meu coração para.
Quando ele dorme conseguimos ouvir-lhe os sonhos.
O amor é teimoso: ele senta-se no chão e cruza os braços.
O amor ganha [quase].
À s vezes estico o meu dedo e digo: amor, isso não se faz.
O amor fala alto. Canta.
Quando o amor fica doente levo-o ao médico.
O amor salta em cima da cama.
Sobe o escorrega ao contrário porque é mais difícil.
O amor gosta de chocolate.
Quando o amor se porta mal fica de castigo... mas o amor pede desculpa. Ele nunca se importa de pedir desculpa.
O amor tem medo do escuro e de monstros com dentes afiados.
Dou a mão ao amor quando passeamos pela rua.
O amor é doce. Abraça-me muitas vezes.
O amor cresce todos os dias.
O amor tem nomes.
O amor é uma menina. É um menino.
O amor és tu.
E tu também."
segunda-feira, 18 de abril de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Slow Dance
Este poema foi escrito por uma jovem menina em estado terminal no hospital de Nova York.
SLOW DANCE
Have
you ever watched kids
On a merry-go-round?
Or listened to the rain
Slapping on the ground?
Ever followed a butterfly's erratic flight?
Or gazed at the sun into the fading night?
You better slow down.
Don't dance so fast.
Time is short.
The music won't last.
Do you run through each day
On the fly?
When you ask "How are you?"
Do you hear the reply?
When the day is done
Do you lie in your bed
With the next hundred chores
Running through your head?
You'd better slow down
Don't dance so fast.
Time is short.
The music won't last.
Ever told your child,
We'll do it tomorrow?
And in your haste,
Not see his sorrow?
Ever lost touch,
Let a good friendship die
Cause you never had time
To call and say "Hi"?
You'd better slow down.
Don't dance so fast.
Time is short.
The music won't last.
When
you run so fast to get somewhere
You miss half the fun of getting there.
When you worry and hurry through your day,
It is like an unopened gift....
Thrown away.
Life is not a race.
Do take it slower
Hear the music
Before the song is over.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Sem um amor...
... não vive ninguém. Pode ser um amor sem razão, sem morada, sem nome sequer. Mas tem de ser um amor. Não tem de ser lindo, impossível, inaugural. Apenas tem de ser verdadeiro.
(Miguel Esteves Cardoso)
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Em momentos de crise...
... só a imaginação é mais importante que o conhecimento.
Albert Einstein.
terça-feira, 12 de abril de 2016
Sim... a gente sente.
"Foi esperando um quase nada que um quase tudo apareceu.
Simples como um fim de tarde.
No começo era medo, incerteza, insegurança que surge como um relâmpago no céu.
Depois, uma sensação de pertencimento, de paz, de alegria por encontrar um sentimento desconhecido, mas que sabia bem.
Não houve espumante, holofotes, tapete vermelho.
Foi simples como um fim de tarde.
Algum frio na barriga, interrogações que deslizam pelas mãos suadas, uma urgência em saber se aquilo era ou não para ser.
É que um dia alguém nos ensina que quando é para ser a gente sente."
(Clarissa Corrêa)
Simples como um fim de tarde.
No começo era medo, incerteza, insegurança que surge como um relâmpago no céu.
Depois, uma sensação de pertencimento, de paz, de alegria por encontrar um sentimento desconhecido, mas que sabia bem.
Não houve espumante, holofotes, tapete vermelho.
Foi simples como um fim de tarde.
Algum frio na barriga, interrogações que deslizam pelas mãos suadas, uma urgência em saber se aquilo era ou não para ser.
É que um dia alguém nos ensina que quando é para ser a gente sente."
(Clarissa Corrêa)
domingo, 10 de abril de 2016
Tem uma vida espetacular

Tradução livre
"Atualmente não tenho muito tempo, por isso vou ser rápido. Como a minha vida.
Sabes, quando chegamos ao fim desta fase na nossa vida, damos conosco a tentar relembrar os bons tempos e tentando esquecer os maus, pensando sobre o futuro. Começamos a preocupar-nos, pensando 'O que vou fazer?'. E eu digo-te, 'Ei, olha para mim!' Por favor não te preocupes tanto. Pois no fim de contas, nenhum de nós está muito tempo nesta Terra. A vida é fugaz. E se te sentes angustiado, funde o teu olhar no céu do verão onde as estrelas se penduram na noite aveludada. E quando uma estrela cadente se infiltrar na escuridão, transformando a noite em dia... pede um desejo e pensa em mim. Tem uma vida espetacular. Eu sei que a tive."
- Robin Williams como "Jack"
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Dicas sobre auto-estima...
4 bloqueios a gostarmos de nós:
- Culpa (altamente corrosiva) - substituir por responsabilidade;
- Perfecionismo - crítica e auto-julgamento constante; só vou gostar de mim quando for excelente; o que fiz versus o que devia ter feito;
- Medo - se eu errei no passado é sinal que vou errar no futuro; pouco recetividade a experimentar;
- Os outros - importância que damos aos outros, o que pensam, expectativas...
5 ações para gostarmos mais de nós e lidarmos com os bloqueios que identificamos em nós:
- Assume as tuas responsabilidades (e despe-te das tuas culpas);
- Torna o medo no teu melhor amigo (todos temos medos, aceitar esse medo, escutar o significado, prestar atenção ao assunto que nos faz sentir medo);
- Escolha a forma como te queres sentir (versus controlo externo);
- Move-te! (Dança, corre, caminha, faz yoga...);
- Reconhece que tens em ti o que precisas (recursos internos).
E ainda...
- As palavras que usamos têm uma carga brutal no nosso corpo e na nossa fisiologia e muitas vezes não temos consciência disso;
- Quanto mais nos sentimos culpados mais culpabilizamos os outros;
- És perfeito nas tuas imperfeições;
- Hoje eu faço aquilo que consigo fazer... o melhor que eu consegui fazer hoje;
- Não há falhas, simplesmente há experiências;
- O que ando a dizer para mim?;
- Para agradar aos outros perdemos a nossa identidade;
- Um corpo parado é um corpo sem vida.
(Notas a partir da Masterclass de Diana Gaspar de 29/10/2015 da Dharma5)
Etiquetas:
auto-confiança,
auto-estima,
desenvolvimento pessoal
quinta-feira, 7 de abril de 2016
To you just because...
You're Very Special to Me
I want this message to put
a smile on your face.
I want it to remind you
that you have been on my mind.
I want it to tell you that
I think you're wonderful.
I want it to be a beautiful
part
of this day.
And I want it
to help you remember
-every time you remember it
in the days yet to be -
that this message was sent to
you...
just because
you're very special to me.
Collin McCarty
(Dedicado ao meu marido pela celebração de mais um ano de vida)
E de novo acredito...
... que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre.
(Miguel Sousa Tavares)
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Como nos podemos fazer ouvir?
7 coisas que não devemos fazer para sermos ouvidos pelos outros
- fofocar
- julgar
- ser negativo
- reclamar
- inventar desculpas
- mentir
- achar que só a nossa opinião conta (dogmatismo)
4 coisas que devemos fazer quando comunicamos
Honesty - be clear and straight
Authenticy - be yourself
Integrety - be you world
Love - wish tham well
HAIL - to greet or aclaim enthusiatically
(Notas retiradas a partir da visualização do vídeo "How to speek so that people want to listen" de Julian Treasure - TED)
terça-feira, 5 de abril de 2016
Jeito de andar
"É fácil reclamar do caminho surrado e da mesmice.
Difícil é levar novidade para o caminho antigo, empenhar-se para tornar-se atraente de novo.
Difícil é colocar a mão na terra e plantar flores para colorir a trilha.
Antes de questionar o caminho de terra batida, verifique se não foi o seu jeito de andar que perdeu a graça."
(Lucas Lujan)
Difícil é levar novidade para o caminho antigo, empenhar-se para tornar-se atraente de novo.
Difícil é colocar a mão na terra e plantar flores para colorir a trilha.
Antes de questionar o caminho de terra batida, verifique se não foi o seu jeito de andar que perdeu a graça."
(Lucas Lujan)
domingo, 3 de abril de 2016
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Quando uma viagem termina...
... outra começa.
Podes focar-te no que acabou de terminar ou no que acabou de começar.
Pedro Vieira
Podes focar-te no que acabou de terminar ou no que acabou de começar.
Pedro Vieira
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