... Siddhartha desistiu de lutar com o destino, desistiu de sofrer. No seu rosto brilhava a serenidade da sabedoria a que nenhuma vontade se opõe, que conhece a perfeição, que está em sintonia com o fluxo dos acontecimentos, com o curso da vida, cheia de compaixão, cheia de simpatia, entregue à corrente, parte da unidade."
in Siddartha, de Hermann Hess, p. 140
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