quarta-feira, 30 de setembro de 2015

"Há quanto tempo...

.. que não escutava esta voz, há quanto tempo não alcançava nada de elevado, quão simples e monótono fora o seu caminho, tantos anos sem objetivos elevados, sem sede, sem exaltação, contente com pequenos prazeres e, no entanto, nunca se sentido satisfeito!"
 
in Siddartha, de Hermann Hess, p. 89

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Às vezes...

"Às vezes, na estranha tentativa de nos defendermos da suposta visita da dor, soltamos os cães. Apagamos as luzes. Fechamos as cortinas. Trancamos as portas com chaves, cadeados e medos. Ficamos quietinhos nesse lugar escuro e pouco arejado, para a vida não desconfiar que estamos em casa. A encrenca é que, ao nos protegermos tanto da possibilidade da dor, acabamos por nos protegermos também da possibilidade de lindas alegrias. Impossível saber o que a vida nos pode trazer a qualquer instante se não abrirmos a porta."
(Ana Jácomo)

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

E o que é o Amor?

Perguntei um dia...
E todos disseram que era isto ou aquilo
Mas no fundo ninguém sabia...

Foi então que te descobri
E te chamei Amor
E chamei Amor ao que por ti sentia...

Mas também eu não sabia o que era o Amor
E hoje ainda menos sei...
Porque hoje sei o quanto não sei do Amor...

Apenas sei que continuas ao meu lado
De mãos dadas a caminhar...
Apenas sei que em cada dia que vivemos
Sabemos um pouco mais sobre o Amor
E quanto mais sabemos mais temos por desvendar...

Por isso fica aqui, bem perto
Não vamos nunca saber tudo sobre o Amor
Mas podemos aproveitar a viagem juntos!

22 de setembro de 2015
Cláudia Peneda


Dedicado ao meu marido pelo nosso vigésimo aniversário de namoro! Venham mais 20!



Só quem ama...

... corre o risco de morrer; os outros, correm apenas o risco de continuar mortos.

(Pedro Chagas Freitas)

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

"Era-lhe tão fácil falar com todos...

... viver com todos, aprender com todos, e no entanto tinha consciência que algo o mantinha afastado, e que esse algo era a sua vida de samana. Via os homens a viverem como crianças ou como animais e, por causa dessa vida, amava-os e desprezava-os ao mesmo tempo. Via o seu esforço, o seu sofrimento, a sua tristeza por causa de coisas que lhe pareciam insignificantes, por dinheiro, por pequenos prazeres, por pequenas honrarias. Via-os a repreenderem-se e a insultarem-se mutuamente, a lamentarem-se por causa de dores que fazem rir uma samana e a sofrerem por privações que um samana não sente."
 
in Siddhartha, de Hermann Hesse, p. 75

terça-feira, 22 de setembro de 2015

O essencial

"Às vezes só precisamos que nos lembrem do essencial.
Nem sempre temos teto. Nem sempre temos chão. Mas assim, juntos, onde quer que seja, temos o que fica entre nós. Entre o teto e o chão estamos nós. E isso já é a nossa casa."
(Pedrinho Fonseca)

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Nenhuma pessoa...

... é capaz de escolher sem medo.
(Paulo Coelho, in Brida)

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Se o céu existir...




(PS: Porque hoje é um dia especial... aqui fica um abraço apertado para a minha amiga I.S.)