Quando alguém implementa um processo de desenvolvimento pessoal, sozinho ou com a ajuda de outro, procura melhorar os seus resultados através da alteração do seu comportamento. Essa alteração pode permitir que a velha escolha se mantenha ativa, pois poderá ser útil noutro contexto. Nesse sentido, o objetivo de qualquer intervenção será aumentar a escolha, mantendo a responsabilidade do indivíduo em relação à mesma. Se, em lugar do aumento do leque de escolha, houver uma simples passagem de um cenário em que existe uma escolha percecionada «tenho de fazer A» para um cenário de «tenho de fazer B», então o mapa do mundo continua empobrecido.
(Pedro Vieira, in O mágico que não acreditava em magia, pág. 160)
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