Este princípio está relacionado com a intenção e o julgamento da intenção que precede o comportamento. Quando aceitamos brincar com o princípio e aceitá-lo temporariamente, conseguimos descobrir intenções positivas por trás de qualquer comportamento. Claro que as intenções serão positivas dentro do mapa-mundo de quem as selecionou e exteriorizou mais tarde através do comportamento. Um criminoso achou certamente uma boa ideia cometer o crime e o que o moveu foi a satisfação de uma sua necessidade. Nesse sentido, fez o melhor que podia com os recursos que tinha disponíveis. Quando as pessoas acedem a mais recursos, tendem a fazer diferentes escolhas e a alterar os seus comportamentos. Este princípio permite ai indivíduo aceitar melhor o seu próprio comportamento, abstendo-se de julgamentos emocionais, e focar a sua atenção na disponibilização de mais recursos para melhorar os seus resultados.
(Pedro Vieira, in O mágico que não acreditava em magia, pág. 158)
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