Os pais e as mães não têm necessidade de sonhos para apontar as falhas dos seus filhos (...)
Mas precisarão de muitos sonhos para encantá-los, surpreendê-los e ensiná-las a pensar. Precisarão de inumeráveis sonhos para que eles aprendam a amá-los e não a usá-los, a admirá-los e não a temê-los.
(...)
Precisarão de sonhos para saber que os seus filhos necessitam muito mais do seu toque, dos seus beijos, dos seus elogios, da sua história de vida, do que do seu dinheiro, de roupas de marca, de computadores ou de jogos eletrónicos.
Augusto Cury, in nunca desista dos seus sonhos, pág. 173-174
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