... procurando superá-las. Não esconde a sua racionalidade, trata-a. Muitos impulsivos ferem durante toda a vida os seus íntimos porque nunca assumiram a sua ansiedade. Somos ótimos a esconder-nos.
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Sabia que tinha dois caminhos a seguir. Ou as suas perdas o construíam ou o destruíam.
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Em vez de se colocar como vítima do mundo, resgatou a liderança do «eu». saiu da própria miséria. Agradeceu a Deus pela vida e pelas perdas. Fez delas uma oportunidade para compreender as limitaçoes da existência e crescer.
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A.L. não sabia que as janelas doentias do inconsciente não podem ser destruídas ou apagadas. Não tinha consciência de que elas só podem ser reeditadas através de novas experiências registadas no mesmo locus.
Também não tinha consciência de que podemos construir janelas paralelas discutindo os nosso medos, enfrentando a nossa insegurança, criticando a nossa timidez. Não sabia que essas janelas paralelas poderiam abrir-se ao mesmo tempo que as janelas killers, oxigenando a capacidade de pensar.
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Quando tinha um pensamento negativo, não se submetia a ela, como a maioria das pessoas. Criticava-o severamente. Não era escravo dos pensamentos perturbadores.
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Precisamos de sair da plateia, entrar no palco da nossa mente e tornamo-nos atores e atrizes principais prinicpais da nossa inteligência.
Augusto Cury, in “nunca desista dos seus sonhos”, pág. 58-65
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