sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Celebrate life the best you can

The more you praise and celebrate your life, the more there is in life to celebrate.

(Oprah Winfrey)

Tradução livre:
Celebrar a vida o melhor que puderes
Quanto mais apreciares e celebrares a tua vida, mais haverá na vida para celebrar.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Slow down and enjoy the journey

Slow down and enjoy life.
It's not only the scenery you miss by going too fast - you also miss the sense of where you are going and why.

(Eddie Cantor)

Tradução livre:
Abranda e aproveita o caminho
Abranda e aproveita a vida.
Não é só o cenário que tu perdes se fores demasiado depressa - tu també,m perdes o sentido de onde estás a ir e porquê.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A vida

"A vida é sobre o que levamos no coração.
Sobre quem se encontra no meio da tempestade a sorrir,
sobre quem não dá mais espaço às urgências da vida
do que dá à sua paz.
É sobre  abraço que te dás orgulhosa do que és,
sobre aquela palavra certa que te chega no momento certo,
sobre não saber complicar onde a vida simplifica.

A vida é sobre o coração.
Sobre sorrir e confiar que cá dentro tudo está {sempre} certo."

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Praise and empower others

Nothing else can quite substitute for a few weel-chosen, well-times, sincere words of praise.
They're absolutely free - adn worth a fprtune.

(Sam Walton)

Tradução livre:
Elogia e valoriza os outros
Nada poderá substituir algumas palavras sinceras de apreciação bem escolhidas e no momento certo.
Elas são completamente grátis  - e valem uma fortuna.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Be thankful in words and actions

We must find time to stop and thank the people who make a difference in our lives.

(John F. Kennedy)

Tradução livre:

Sê grato nas palavras e nas ações.
Devemos encontrar tempo para parar e agradecer às pessoas que fazem a diferença nas nossas vidas.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Tudo a seu tempo.

"Não é à toa que a palavra CALMA
tem uma ALMA dentro dela...
Toda a alma inteira
precisa de uma paz verdadeira
para permanecer tranquila.

Não é à toa que a palavra CORAÇÃO
tem uma ORAÇÃO dentro dela...
Tudo o que nos toca fundo
deve ser respeitado.

Não é à toa que o verbo AMAR
tem um MAR inteiro dentro dele...
É na calmaria do coração
que a oração se agiganta na alma
nos leva o nos traz pelo melhor caminho.

Tudo a seu tempo."

domingo, 17 de janeiro de 2016

Para ti, neste dia especial!

"Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada.
Para você, desejo todas as cores desta vida. 
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que poder emocionar.
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família seja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas coisas... Mas nada seria suficiente.
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles te possam mover a cada minuto, ao rumo da sua felicidade."
(Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

De tudo, ficaram três coisas:

a certeza de que estamos sempre a começar...
a certeza de que é preciso continuar...
a certeza de que seremos interrompidos antes de terminar...

PORTANTO DEVEMOS
fazer da interrupção um caminho novo...
da queda um passo de dança...
do medo, uma escada...
do sonho, uma ponte...
da procura... um encontro"


Fernando Sabino

Let your hurt play its role

We make a living by what we get, but we make a life by what we give.

(Winston Churchill)

Tradução livre: 
Deixa o teu coração fazer o seu papel. 
Nós fazemos uma vivência por aquilo que recebemos, mas fazemos uma vida por aquilo que damos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

As mães estragam as crianças, SIM!

 
(Advertência: Este texto não deve ser lido por todas as pessoas! É exclusivo e recomendado só para aquelas que serão, muito provavelmente, as melhores mães do mundo.)


Não, não é verdade que as mães sejam serenas, macias e bucólicas, quase sempre. E que, seja diante do que for, reajam num tom ameno, almofadado e cheio de açúcar, sem sequer gritarem, esbracejarem e esconjurarem todos os descuidos que, sempre que elas são dedicadas e atentas, abundam numa casa. As mães saudáveis têm o direito (milenar!) a esganiçar-se, sim senhora! (Aliás, mães esganiçadas são um património imaterial da Humanidade; como se sabe.) E têm o direito a ameaçar que, um dia, se vão embora e “aí sim, vocês vão ver a falta que vos faço!”. E por mais que não esperem que ninguém as leve a sério, como é óbvio, agradeciam que toda a gente da família ficasse, pelo menos, em... estado de choque (!!!) diante de um grito como esse, em vez de permanecer em silêncio – entre o divertido e uma atitude do género: “Ela fica tão gira quando está com mau génio!” – como se nada, na gritaria duma mãe, valesse para o que quer que fosse! Aliás, as mães (saudáveis, é claro) estão fartas e saturadas da sua função de mãe nunca ter nem domingos nem feriados! Nem ser considerada para efeitos de reforma, de banco de horas – a reverter em seu favor, aos fins de semana - ou com mais dias de férias, como devia ser!

Afinal, quem é que levanta as crianças, todos os dias, e se dispõe ao papel (maléfico!) de as proibir de dormir mais cinco minutos, e se esgadanha contra os seus dedos papudos que reclamam “mais desenhos animados já!”? E quem é que as apressa a vestir e as obriga a engolir o pequeno almoço, quase sem respirar? E quem é que as intima a lavar os dentes (depressa!), antes de as ameaçar que vão de cuecas para a escola se não descerem (a correr!) para o carro para que, depois de esbracejarem contra o trânsito, irem numa correria deixar a miudagem, que cansa, só de ver? E quem é que deve sofrer de dupla personalidade e, depois dos ataques de nervos de todas as manhãs, passa da fúria de leoa à maior de todas as ternuras e pespega um beijo inimitável, e dá um sorriso cheio de luz, e abraça, e diz “a mãe ama-te tanto!!!!”, enquanto aconchega os caracóis, e chama “príncipes” e “princesas” a crianças normais e ensonadas? As mães!

E quem é que sai mais cedo do trabalho e, cidade acima/cidade baixo, anda numa “roda viva” entre a escola, a piscina, o inglês, o futebol e a música, e transforma o porta-bagagens dum automóvel numa parafernália de mochilas, flautas, chuteiras, lanches, touca, toalha e óculos, e ainda tem tempo para as perguntas mais tolas que só as pessoas bondosas conseguem fazer (como, por exemplo: “ Como é que correu a escola?” ou “O que foi o almoço”) e – oh canseira! – fica parecida com a Cruela sempre que uma criança responde: “correu bem” ou “não me lembro”?... As mães!

E quem é que, depois do trabalho, barafusta o tempo todo contra os trabalhos de casa mas que, ainda assim, franze a sobrancelha e – com um orgulho mal disfarçado – diz, num tom solene mas, todavia, aconchegado: “Eu não sei como é... Se eu não estiver sempre ali ao pé, ele não faz nada!...”? As mães?

E quem é que tem a mania de dizer: “O meu filho não gosta de ser contrariado!” para justificar as 200 vezes que se chama uma criança para saltar para o banho, as outras 200 que são precisas para a convencer a deixar os desenhos animados para vir jantar, não esquecendo mais 200 suplementares em que repete, devagarinho: “Come a sopa!” e acaba a ribombar: “Despachas-te ou não?...” antes de lhe dizer: “Abre lá essa boca, já!” (enquanto despeja as últimas colheres de sopa pelas goelas dum filho)? As mães!
E quem é que, diante do lado mais demagógico duma criança (quando diz “Eu não sei” ou – “à Calimero” – se lamenta: “Eu não faço nada bem feito”) começa devagarinho: “Oh, meu pequenino: não sejas pateta... Vá... A mãe gosta tanto de ti!...” e, quando os interessados esperariam que em direitos adquiridos nunca se mexesse, e insistem só com mais um “não sou capaz” (é só mais um...) acaba a berrar, num tom amigo dos trovões: “Mas onde é que tu tens a cabeça?...” As mães!

E quem é que faz o jantar, e tem a mania de achar que a sopa é importante, e que o peixe torna as crianças inteligentes, e que os vegetais fazem os meninos crescer, e as cenouras tornam os olhos bonitos, e as batatas fritas não prestam, e que a Coca-Cola torna as crianças mais redondinhas, e que o açúcar faz cair os dentes, e não deixa comer bolachas antes do jantar, nem pizza dia sim/dia sim? As mães!

E quem é que, enquanto apanha os brinquedos que se atropelam pelo chão, mais a roupa que se amontoa na cadeira, mais a outra que se escondeu, (por iniciativa própria, logo se vê...) atrás do armário, e fiscaliza a mochila e os cadernos, e põe a roupa, esticadinha, para o dia que lá vem, e descobre pacotes de leite vazio onde não deviam estar, e embalagens de bolachas que – vá lá saber-se porquê – se refugiam no quarto das crianças, e enquanto arruma tudo, um dia atrás do outro, repete e repete e repete: “Mas será que tu nunca arrumas nada, é?..” E quem é que nos seus piores dias de arrumadeira, pergunta, com um desvario quase sindical: “Mas achas que há empregadas cá em casa, é?...” As mães!

E quem é que vai à escola e, enquanto conversa com as outras mães sobre os caprichos das crianças (como se fossem toques muito pessoais que a personalidade “muito vincada” de cada uma as leva a ter) se prepara para ser repreendida, por alguns professores, e tem de ouvir: “ Mas... está tudo bem lá por casa?” (sempre que as crianças acham enfadonhas muitas aulas, por exemplo) ou, nas alturas de pior karma, é advertida para a necessidade de dar mais apoio à pequenada “porque eu tenho 28 alunos e não chego para tudo?...” As mães!

E quem é que não perde a compostura e, antes de fingir que deita os olhos para a televisão, enquanto pestaneja, ainda se esparrama na cama e conta histórias e, para se desintoxicar do papel de “chata oficial lá de casa”, sente que aqueles minutos de namoro, antes do sono, são os únicos em que não tem de ser mandona e refilona e tudo o mais que toda a gente espera que só as mães consigam ser e, quando dá conta, adormeceu, mais outra vez, na cama de um dos filhos, e é repreendida (e muito bem...) por esse desvario? As mães, claro.

Mas, afinal, o que é querem mais das mães? Que elas não se esgotem? Que não exijam ter o direito a ser mimadas e, por mais que ninguém diga isso, que queiram, pelo menos, mais um miligrama de amor e outro de carinho do que aqueles que as crianças dão ao pai? E que não sejam vaidosas? E que sejam discretas e se anulem com se o aquilo que mais desejassem é que ninguém desse por elas?

Por isso mesmo, que em relação a tudo o resto seja “ano novo, vida nova”, ainda vá. Mas em relação ao jeito muito especial de todas as mães eu espero é que nada deixe de ser como é. É claro que ninguém tem dúvidas que as mães “estragam” as crianças, sim! Mas que não haja quem ouse imaginar que as queremos doutro modo. Nós – os filhos, os pais e os avós, todos juntos, adoramos – no fundo – que elas sejam assim!
 
(Eduardo Sá, Pais&filhos)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Make things happen

Start by doing what's necessary;
Then do what's possible;
And suddenly you are doing the impossible.

(S. Francisco de Assis)

Tradução livre:
Faz as coisas acontecerem
Começar por fazer o que é necessário;
Depois faz o que é possível;
E de repente estarás a fazer o impossível.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Mãe

"A gente vira mãe, vira a noite.
A gente perde a raiva, perde o tempo e perde a fome.
A gente vira mãe, vira fera, defende a cria...
A gente fica doce, fica esquecida, fica esperta...
A gente muda... e como muda...
E vale a pena virar."
(Cris Carvalho)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Dare to risk

Of course we will hurt each other.
But this is the very condition of existence.
To become spring,
Means accepting the risk of winter.
To become presence,
Means accepting the risk of absence.

(Antoine de Saint-Exupéry)


Tradução livre: Ousar arriscar
É claro que nós nos vamos magoar um ao outro.
Mas essa é a condição base da existência.
Para se tornar primavera,
É preciso aceitar o risco do inverno.
Para de tornar presença,
É preciso aceitar o risco da ausência.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Da vida...

 
 
... não quero muito. Quero apenas saber que tentei tudo o que quis. Tive tudo o que pude. Amei tudo o que valia. E perdi apenas o que, no fundo, nunca foi meu.
 
(desconhecido)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Always be a permanent learner

Always walk through life as if you have something new to learn.
And you will.

(Vernon Howard)

Tradução livre: Sê sempre um aprendiz permanente. Caminha sempre pela vida coo se tivesses algo novo para aprender. E aprenderás.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Não sou...

"Eu não sou tão forte quanto eu previa, nem tão fraca quanto eu temia. Não tenho o passo rápido como eu gostaria, nem paraliso como poderia. Aprendi a me equilibrar nos extremos. Se não tenho o direito de escolher todos os acontecimentos, posiciono-me de acordo com os factos. No final, o que me move não é forte o suficiente para me derrubar, mas é intenso o bastante para me fazer ir além."
(Fernanda Gaona)

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Be an agent of peace

All the wars, all the strife, all the unsolved problems over which we clash are due to  lack of dialogue,
When there is a problem, talk; this makes peace.

(Papa Francisco)

Tradução livre;
Sê um agente de paz
Todas as guerras, todos os conflitos, todos os problemas não resolvidos que enfrentamos devem-se à falta de diálogo. Quando existe um problemas, fala: isso promove a paz.