sexta-feira, 31 de julho de 2020

Deus eu não sei quem tu és.

Também não sei quem sou. Mas obrigado pela vida e por todas as alegrias e sofrimentos que a transformam num espetáculo único.

Augusto Cury, in A saga de um pensador, pág. 131

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Princípio da co-responsabilidade

(...) ninguém é uma ilha física, psíquica e social dentro da sociedade. Todos somos influenciados por outros. Todos os nossos atos, quer sejam conscientes ou inconscientes, quer sejam atitudes construtivas ou destrutivas, alteram os acontecimentos e o desenvolvimento da própria humanidade.
(...)
(...) todos são co-responsáveis pelo futuro da sociedade e, consequentemente, pelo futuro da humanidade e do planeta como um todo.

Augusto Cury, in A saga de um pensador, pág.109

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Deus existe?

Você pode duvidar de que Deus existe, mas Deus não dúvida de que você existe.
(...)
Há dois tipos de Deus: um Deus que criou os homens, e outro que os homens criaram.

Augusto Cury, in A saga de um pensador, pág. 102

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Sabedoria

A sabedoria de um ser humano não está no quanto ele sabe, mas no quanto ele tem consciência de que não sabe.
(...)
O que define a nobreza de um ser humano é a sua capacidade de ver a sua pequenez.

Augusto Cury, in A saga de um pensador, pág. 101

sexta-feira, 3 de julho de 2020

A imaginação é mais importante do que o conhecimento

Einstein disse que a imaginação é mais importante do que o conhecimento. Ele brilhou porque amava a filosofia. Não tinha um cérebro privilegiado como muitos ingénuos cientistas pensavam. Tinha uma imaginação privilegiada. Quando desenvolveu os pressupostos da sua teoria, era um jovem de 27 anos. Tinha menos cultura académica do que muitos universitários da atualidade. Mas porque brilhou el, enquanto os universitários são opacos? Brilhou porque usou a arte da dúvida, libertou a sua criatividade, aprendeu a pensar com imagens.

Augusto Cury, in A saga de um pensador, pág. 100-101

quinta-feira, 2 de julho de 2020

2 de julho de 2004 - Data da partida da Sophia de Melle Breyner Andresen

A hora da partida 

A hora da partida soa quando
Escurece o jardim e o vento passa,
Estala o chão e as portas batem, quando
A noite cada nó em si deslaça.

A hora da partida soa quando
as árvores parecem inspiradas
Como se tudo nelas germinasse.

Soa quando no fundo dos espelhos
Me é estranha e longínqua a minha face
E de mim se desprende a minha vida.

Sophia de Melle Breyner Andresen