... no sofrimento escondido, na renúncia que fazemos, e culpamos o amor pela derrota dos nossos sonhos.
Paulo Coelho, in Onze Minutos
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Há algo neste agosto...
" Há algo neste agosto que me faz tirar as ideias de molho, dar nome e corpo aos desejos, mergulhar de cabeça e nadar contra a corrente.
Há algo neste agosto que me tira da dormência do estio e antecipa as vindimas desta vida.
Uma vontade de pegar nos cestos, colher os frutos e, mais do que provar a doçura do néctar final, gozar o prazer incomparável de lhes extrair o sumo, de lhes chegar ao tutano, nessa espécie de dança genuína que tem de se fazer com o corpo e com a alma, no lagar dos sonhos tornados realidade, com a entrega dos sentidos.
Há algo neste agosto que nos devolve a humildade de saber encetar apenas os caminhos que possamos fazer com a cabeça nas nuvens e os pés descalços -há algo neste agosto que me fez segredar à miúda das fotografias que tire para sempre os sapatos de verniz apertados."
Há algo neste agosto que me tira da dormência do estio e antecipa as vindimas desta vida.
Uma vontade de pegar nos cestos, colher os frutos e, mais do que provar a doçura do néctar final, gozar o prazer incomparável de lhes extrair o sumo, de lhes chegar ao tutano, nessa espécie de dança genuína que tem de se fazer com o corpo e com a alma, no lagar dos sonhos tornados realidade, com a entrega dos sentidos.
Há algo neste agosto que nos devolve a humildade de saber encetar apenas os caminhos que possamos fazer com a cabeça nas nuvens e os pés descalços -há algo neste agosto que me fez segredar à miúda das fotografias que tire para sempre os sapatos de verniz apertados."
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
domingo, 28 de agosto de 2016
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
O mundo inteiro...
... oferece a Deus apenas a dor das sua penitências, mas devia oferecer também as suas alegrias.
Paulo Coelho, in O Diário de um Mago
Paulo Coelho, in O Diário de um Mago
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Quanto mais se chega perto do sonho...
... mais a Lenda Pessoal se vai tornando a verdadeira razão de viver.
Paulo Coelho, in O Alquimista
Paulo Coelho, in O Alquimista
domingo, 21 de agosto de 2016
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
A fé...
... é uma conquista difícil, que exige combates diários para ser mantida.
Paulo Coelho, in As Valquírias
Paulo Coelho, in As Valquírias
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
A busca da alegria...
é mais importante do que a necessidade da dor.
Paulo Coelho, in Onze Minutos
Paulo Coelho, in Onze Minutos
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Abrir o coração...
O que acontece quando as pessoas abrem seus corações? Elas tornam-se melhores.
Haruki Murakami
Haruki Murakami
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Viagens
Há viagens que fazes com uma única bagagem: o coração.
Audrey Hepburn
Audrey Hepburn
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Meu docinho...
Leve: como o toque do sol de fim de tarde.
Grande: como os teus olhos doces e curiosos.
Harmonioso: como a soma de todas as tuas parcelas.
Cheio: dos sorrisos, das palavras, das risadas de que fazes os teus [os meus] dias.
Vivo: como o teu corpo que corre e salta... Vai e vem, mergulha e dança.
Leves, grandes, harmoniosos, cheios e vivos -que os teus dias se mantenham assim, nessa roda doce e iluminada que te move.
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Que haja lucidez
"O tempo leva embora de diversas maneiras,
Enquanto a vida traz sem grande alarde.
Que haja lucidez.
Lucidez para enxergar os presentes que recebemos e poucas vezes enxergamos.
Lucidez para valorizar o que nos pertence de facto.
Lucidez para aceitar o fim de um tempo e o começo de outro,
Diferente, mas nem por isso pior.
Lucidez para acolher o que é verdadeiro,
Real e provido de sentido."
(Fabíola Simões)
Enquanto a vida traz sem grande alarde.
Que haja lucidez.
Lucidez para enxergar os presentes que recebemos e poucas vezes enxergamos.
Lucidez para valorizar o que nos pertence de facto.
Lucidez para aceitar o fim de um tempo e o começo de outro,
Diferente, mas nem por isso pior.
Lucidez para acolher o que é verdadeiro,
Real e provido de sentido."
(Fabíola Simões)
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